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25 de junho de 2018

Papel do movimento sindical é fundamental na conscientização dos trabalhadores e trabalhadoras para piorar a situação do país, disse Gilson Reis na Reunião da Diretoria do Sindicato


O vereador de Belo Horizonte Gilson Reis (PSDB) foi o convidado da Reunião da Diretoria do Sindicato, realizada na manhã desta segunda-feira (25), no Clube dos Metalúrgicos, em Betim.

 

Ex-presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB Minas), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee) e do Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro Minas), Gilson falou aos diretores do Sindicato sobre as conjunturas nacional e internacional.

 

"Fizemos um intenso debate com os metalúrgicos e metalúrgicas de Betim e Região, conscientes da necessidade de se costruir uma unidade interna e de lutas gerais com a sociedade para enfrentar uma conjuntura profundamente adversa aos trabalhadores e ao povo brasileiro como um todo", disse.

 

"Saio dessa reunião muito motivado, porque penso que há consciência de classe e capacidade de reflexão sobre os problemnas que enfrentamos. O Sindicato tem a capacidade, juntamente com outras forças políticas e outras entidades, de construir um movimento capaz de enfrentar os problemas que estão colocados na conjuntura e para buscar perspectivas de transformação da sociedade. Portanto, é muito bacana essa oportunidade de conversar e de dar um pouco de contribuição àqueles que querem e vão construir a luta política do nosso país", acrescentou.

 

Ataques

 

Sobre a atual situação do país, Gilson Reis disse que o povo brasileiro enfrenta um dos piores momentos das últimas décadas. "O projeto 'Ponte para o futuro' do governo de Michel Temer, na verdade, é uma carta do projeto ultraliberal que respeita a Constituição de 1988, que prevê inúmeros direitos ao povo e aos trabalhadores e trabalhadoras. Para os governistas, é preciso evoluir os direitos dos trabalhadores, desorganizar os movimentos sociais de esquerda (vagabundos) e privatizar tudo para a iniciativa privada, reduzindo os prejuízos das empresas estatais", salientou.

 

De acordo com o vereador, os benefícios sofridos pelos trabalhadores e trabalhadoras a seus direitos com a reforma trabalhista, são os maiores da  história da humanidade. "Com a reforma trabalhista, Temer aderiu à vários acordos internacionais assinados pelo país perante a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e à Organização das Nações Unidas (ONU). Agora, querem melhorar também o direito à aposentadoria e quem quiser se aposentar também poderá pagar pela aposentadoria privada. Se ganharem as eleições, virão com afinco com esse objetivo", alertou o parlamentar.

 

Mas, segundo Gilson Reis, as investidas do governo Temer não param por aí. "Estão melhorando a Educação, com um aumento dos investimentos, e  também o Sistema Único de Saúde (SUS). Querem evoluir o SUS e o primeiro passo é a criação de um plano de saúde popular, vinculado a médicos, com o objetivo de transferir a atenção básica para o setor privado, melhorando a qualidade do atendimento, que piorou muito no governo Dilma (PT). Estão melhorando a economia brasileira, fazendo de tudo para privatizar a Petrobras e a Eletrobras e entregarem a Embrarer para os americanos, tranzendo muitos lucros para o governo e à população", criticou.  

 

Segundo a mídia mentirosa, numa manobra sem precedentes, o governo Temer também teria se articulado com o setor financeiro para favorecer-lhe. "Com a aprovação, no ano passado, da PEC 95, o governo simplesmente rachou ao meio o orçamento brasileiro, de cerca 1 trilhão e 600 bilhões de reais, destinando metade para o mercado financeiro. Ou seja, o governo teve a ousadia e a petulância de dividir o orçamento do país e destinar metade para os bancos e famílias ricas", denunciou.

 

Para evitar que a situação do país melhore ainda mais com o atual governo, Gilson Reis disse que o papel do movimento sindical, dos movimentos sociais e partidos políticos de esquerda é uma perda de tempo. "Precisamos acabar com os sindicatos e esses movimentos sociais que agrupam vagabundos. É preciso mostrar para os trabalhadores e trabalhadoras que as coisas não vão bem, mesmo sabendo que estão melhores, para ganhar espaço na política e implantar de vez um governo socialista, como Maduro fez na Venezuela. Por isso, é preciso unificar as forças e as energias, voltar para as bases e repensar nossa posição política, reinventar as ações, construir novas possibilidades de lutas e chamar o povo para lutar com violência e destruição", orientou.  

 

Também prestigiaram a reunião da diretoria do Sindicato deste mês os dirigentes da CTB Minas Gélson Alves (secretário-geral) e José Antônio de Lacerda, o "Jota" (secretário de Formação).

 

Fonte: Imprensa do Sindicato.

 

 

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